Videogame é coisa pra Macho!

Video game sempre foi coisa de Nerd?

Sim, e isso era legal, pois sendo um perna de pau nas aulas de educação física, era a redenção o embate no mundo digital. Menos no Decathlon do Atari 2600!

Porém, recentemente um grupo de acadêmicos (acho) criou uma interface que pode equilibrar as coisas:

Seja como for, e o quão tosca se parece, nela você poderá jogar Tetris com os miolos e com os músculos. A mesma interface funciona como um “joystick” compartilhado: os movimentos que auxiliam um podem atrapalhar o outro. O que torna a brincadeira divertida, mas parece que enjoa rápido.

É a desforra dos mais fortões!

// Igor Prata

Tresling

Anúncios

Indie Games (parte 1)

Adoro indie. Indie games, então…
Como voltei de viagem e “quinta-a-feira” é meu dia (leia-se, manhã de folga) resolvi retornar aos velhos hábitos. Um deles, o que mais me demandava tempo na frente da tela, era ficar “zapeando” os Blogs que sou fã (melhor, feeder) de carteirinha.

Achei novos jogos muito interessantes. Principalmente quanto ao conceito de física (tratamento de colisão, etc…). Games de amadores (digo, desenvolvedores independentes) tem que ser bom neste quesito, para agradar tanto o jogador quanto facilitar o trabalho de programação (facilitar?).

Bom, e parece que eles gostam muito desta tendência de “user generated” que tanto está em moda. Basicamente, por este conceito, a maior parte da diversão e interações dos puzzles são criadas pelo próprio usuário, restritas apenas pelas leis do jogo e pela condição inicial  da fase, pré-estabelecida.
Outro ponto legal, é a teoria de “Flow”, explicada anteriormente, que envolve até filósofos russos do inicio do Século XX para explicar a brincadeira.

Pois bem, hoje Indie é considerado uma revolução (aceite ou não – e seja lá por qual (ais) motivo (s) isso só aconteceu agora) e simulação de física, agradável ao usuário, e o conceito de “fluir” (o meio termo Zen entre a excitação e a monotonia) são elementos carimbados, tem que estar presente em cada um desses games (um arquivo com tamanho módico para download ou, se possível ser jogável on-line, melhor ainda). O mais legal? Brincar de graça.
Para o programador? Trabalhar por conta própria e ser reconhecido – e, acabar tendo o seu jogo vendido para uma grande softhouse.

Esse vai ser o primeiro “post” de uma série de jogos que vou experimentar e relatar. Aos poucos.
Human Brain Cloud é de uma galera que saiu de 2 grandes Softhouses (a 2dBoy) e recentemente fizeram uma parceria. Este é um produto feito em Adobe Flash. Uma brincadeira de semântica muito interessante. Vale a pena ficar de olho no projeto deles (The World of Goo) que está para sair em breve.

http://2dboy.com/2007/07/02/human-brain-cloud-massively-multiplayer-word-assosication-game/

E para aqueles que nunca entendem o porque da minha palavra mais repetida:

http://2dboy.com/2007/07/16/this-is-what-i-learned-about-humans-interesting-stats-on-human-brain-cloud/

Redes neurais é isso aí..  ;o)
Brasileiro é uma praga na internet. Mesmo num jogo semântico em inglês a quantidade de palavras em português que se encontram no grafo não é brincadeira… :o)